A Arte do Grafite

A Arte do Grafite é uma manifestação artística com ensejo de crítica ou justamente uma linguagem popular, onde os apreciadores possar debater sobre o tema proposto ou simplesmente admirar a beleza estética dos traços, em meio ao caos da vida nos grandes centros urbanos. A expressão do grafite é feita em espaços públicos, e a definição do termo é referente a pintura feita em parede. A origem remete a época do Império Romano, onde foram encontrados desenhos, e sua popularização aconteceu na década de 70, chamada de Idade Contemporânea, em alguns bairros da cidade de Nova York. Inicialmente um grupo de jovens estudantes decidiram marcar as paredes da cidade com algum tipo de símbolo próprio, a partir daí, o Grafite tomou forma e ganha cada vez mais técnicas para sua evolução.
Continuar lendo

Pintura a óleo

Desde a época paleolítica o homem vem criando meios de registar seus traços e acima de tudo colori-los. A pintura a óleo é considerada a técnica mais tradicional de pintura. É uma técnica artística que consiste no uso de tintas a base de óleo. Elas são aplicadas em superfícies de madeira ou tela de algodão cru, além de outros materiais basicamente utilizam-se pincéis ou espátulas para sua aplicação. A tinta óleo pode ser aplicada crua ou diluída em alguns solventes ou óleo de linhaça de acordo com a espessura que o artista deseja criar. Sua principal característica diz respeito à mistura cromática e o brilho conferindo acabamento excepcional, além da flexibilidade em função da lenta secagem da tinta, permitindo ao artista alterar seu trabalho quando necessário. Ainda assim, há algumas desvantagens no uso da tinta óleo, uma delas é o escurecimento ou amarelamento da tela com o passar dos anos em função do excesso de óleo de linhaça, por exemplo, além de fatores ambientais e baixa qualidade do material.
Continuar lendo

Ukiyo-e

É conhecido pelo nome de ukiyo-e (“imagens do mundo flutuante, em japonês), um tipo de estampa semelhante à xilogravura no feitio, e desenvolvida no Japão por volta dos séculos XVII e XX. Inicialmente conhecidas também como “imagens do mundo triste”, pela abordagem de temas mais sérios, com o tempo o termo ukiyo-e acaba predominando pela opção dos autores em fazer visões fantásticas, belas, e de certo modo, escapistas, fora da realidade.
Continuar lendo

Japonismo

O japonismo foi um temo criado na segunda metade do século 19 como uma forma de explicar o crescimento das estampas “ukiyo-e” (baseadas em um estilo de pintura similar a xilogravura desenvolvida no Japão ao longo do período Edo), de objetos decorativos e artísticos japoneses que acabaram influenciando os meio artísticos ocidentais com ênfase na Europa e nos Estados Unidos.
Continuar lendo

Pontilhismo

Surgida na segunda metade do século XIX, a técnica do Pontilhismo foi utilizada por pintores franceses neo-impressionistas. A técnica, também conhecida como Pintura de Pontos, consiste na justaposição de pontos de cor criando o efeito desejado pelo pintor nos olhos do observador. Os artistas George Seraut e Paul Signac impulsionaram o Pontilhismo como técnica e o Divisionismo como teoria baseando-se em estudos científicos do químico Michel Chevreul cuja obra De la loi du contraste simultané des couleurs (Da lei do contraste simultâneo das cores), publicada em 1839, demonstra que cada cor ao lado de outra, sem serem mescladas,  têm sua aparência original modificada.
Continuar lendo

Cubismo

O Cubismo foi um movimento artístico que teve como seus principais expoentes e pioneiros Pablo Picasso e Georges Braque por volta de 1907, muito embora Cézanne tenha usado, já em 1901, múltiplos pontos de vista numa única pintura. Fundado no início do século XX, o Cubismo é considerado um dos movimentos mais influentes desse período. Suas obras tratavam de maneira geométrica as formas da natureza, assim a representação do universo visual passou a não ter nenhuma obrigação com suas reais formas, no entanto não chegavam à abstração, pois as imagens representadas ainda permaneciam figurativas, ou seja, ainda eram reconhecíveis.  Continuar lendo

Fotorrealismo

Fotorrealismo ou Hiper-Realismo pode ser considerado um estilo de arte, que se comunica e expõe através da pintura e também da escultura. O termo mostra a definição minuciosa dos detalhes, o que transforma a obra em algo mais nítido e rico em características, e que se assemelham a realidade. Pela semelhança tamanha a uma fotografia, o Fotorrealismo pode causar reações paradoxais, tal qual de tão perfeito, não pode ser real.

Expressionismo

Podemos dizer que o Expressionismo foi o termo aplicado as diferentes linguagens da arte no início de século XX. Pode-se classificar o Expressionismo como um movimento heterogêneo, pois abarcou artistas de diferentes nacionalidades, épocas e formação. Teve seu auge no período correspondente a 1905 a 1920 aproximadamente, e se compôs a partir de diferentes círculos artísticos ao mesmo tempo. Muitos historiadores empregam esse termo para se referir as obras de outros artistas que compunham a história da arte. Assim, é possível encontrar as raízes do Expressionismo em obras de outras épocas como Francis Bacon (1561 – 1626), Goya (1746 – 1828), Edvard Munch (1863 – 1944) e Van Gogh (1853 – 1890), por exemplo, essas podem ser descritas como expressionistas tantos pelos traços como pela profundidade psicológica.

Gestualismo

O gestualismo surgiu na cidade de Nova Iorque durante os anos 40, suas influências foram diversas, com destaque para os processos de pintura automática utilizados pelos artistas surrealistas. O gestualismo é também chamado de action painting e suas principais características são: permitir a observação do gesto pictórico, não apresentar esquemas prévios e liberar emoções por meio do automatismo.  Continuar lendo